18/12/2004 00:39
Toda "cura" é processada de "cima para baixo"...e de dentro para fora.
Todos os métodos utilizados pelos homens para obter a saúde perfeita, como terapias, medicamentos, ervas, e outros métodos utilizados são apenas auxiliares, para que o homem tenha uma trégua, isto é, um bem estar temporário para poder refletir que a saúde total e perfeita é processada quando se cura o ESPÍRITO.
Para conhecer um pouco sobre massagens clique nos links abaixo:
SHIATSU REFLEXOLOGIA DO-IN
SHIATSU (Tui Ah/ Tui Na)
E uma massagem de origem chinesa em que se pressionam os pontos os meridianos ou pontos específicos dos meridianos. Esse tipo de massagem foi desenvolvido por monges budistas chineses, que devido ao seu voto de pobreza, não possuíam meios para adquirir as caríssimas agulhas de pedra (pien) usadas na prática da acupuntura. Adaptaram-se, usando seus vastos conhecimentos dos meridianos e fazendo aplicações com seus próprios dedos. Mais tarde essa ciência passou a ter características próprias e recebeu o nome (na china) de Tui Ah ou Tui Na.
Essa mesma técnica foi introduzida no Japão com o nome de Shiatsu, que significa "pressão com os dedos".
As massagens obedecem a uma técnica diversificada em vários métodos ou sistemas, conhecidos dos profissionais dessa especialidade, chamada também de Kinesterapia. É amplamente usada pelos neurofisiologistas. É o Shiatsu dos japoneses.
Os melhores resultados das massagens são obtidos, naturalmente, quando é aplicada sobre os pontos de meridianos ou numa zona onde estão localizados vários pontos de meridianos diferentes.
As massagens praticadas no Oriente estão subordinadas aos conceitos vigentes, em acupuntura e assim obedecem estritamente às cinco leis ou regras principais.
As massagens são usadas principalmente para a cura de algias. Visam provocar a transferência da energia das zonas congestionadas para as zonas bloqueadas ou deficitárias e vice-versa.
Entretanto, é comum que essa ação de restabelecer o equilíbrio das forças produz resultados excelentes, proporcionando cura estável.
As massagens são feitas sobre os pontos cutâneos, no trajeto dos meridianos, e abrangem, freqüentemente, pontos sensíveis, fora dos meridianos.
Teoricamente (Soulié de Morant) as massagens devem ser feitas em face de um diagnóstico prévio, determinando se um meridiano está com excesso ou com insuficiência de Yang ou com excesso ou insuficiência de Yin.
Segundo estas indicações, a massagem pode ser feita em dispersão, em casos de excesso, ou em tonificação, em casos de deficiência. Para esse fim, os vasos maravilhosos são os mais indicados.
As massagens chinesas são muito elaboradas e de tipos muito variados. Em geral começam suavemente sobre os pontos de acupuntura ou sobre o trajeto dos meridianos, aumentando gradativamente a pressão até cerca de 20 passagens em cada local, exercidas com a polpa dos dedos e conservando rigorosamente o mesmo trajeto.
A massagem chinesa é tão sutil que chega a distinguir cerca de 10 formas de massagens para um adulto, tais como: massagem em linha; lateralmente; em plaina; em semi-círculo; nos músculos; pinçando a pele; em vibração; em pressão; em fricção; entre as palmas das mãos; em percursão feita com um ou mais dedos; com a palma da mão; com a borda da mão ou com o punho fechado.
O Dr. Chamfrault, de Angoulême, França, estudou com muita amplitude as massagens chinesas, especialmente reservadas às crianças, nas quais são feitas quase que somente nas mãos e com muita suavidade, sejam elas do tipo linear, punctiforme, com as unhas ou com instrumentos.
As massagens praticadas em crianças são muito mais eficientes, mostrando sempre resultado apreciável.
Quando são tocados os pontos adequados, particularmente os pontos situados nas extremidades superiores e inferiores, ajudam a conservar um estado de bem estar e conforto físico que chegam a surpreender.
O caso do uso do ponto E36 (Zusanli), situado nas proximidades da cabeça da tíbia, duas polegadas abaixo do bordo da rótula, lado externo da perna, que serve para quase tudo, dor em qualquer parte do corpo e qualquer mal-estar, chega a dar resultados incríveis.
Há até coisas curiosas, apenas de longe relacionadas com acupuntura, como, por exemplo, a massagem do dedo grande do pé esquerdo, raspando a parte plantar com a unha quando sobe, e com a polpa do dedo, quando desce, exatamente 20 vezes.
Pelo que sabíamos até bem pouco tempo, a história da medicina havia começado com os gregos antigos, considerando-se a Grécia como fonte original da arte médica e de toda ciência medicinal, principalmente Hipócrates, considerado o Pai da Medicina. Mas, a verdade é dinâmica, evolui. E agora sabemos que milênios antes que aparecesse o primeiro médico grego da História já existiam médicos e princípios da ciência médica.
A China sempre foi nossa conhecida pela "Grande Muralha da China", com seus 2.200 km, percorrendo vales e montanhas, com vinte e cinco mil torres de vigia.
Mas todos os povos da antiguidade procuravam, como ainda procuramos hoje, uma resposta para simples perguntas como: Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Qual o sentido de estar vivendo aqui?
Toda investigação científica, todo estudo sobre o comportamento humano, toda a medicina acumulada, não é suficiente para satisfazer o desejo dessa perguntas.
A filosofia sempre fez parte da História da Medicina Chinesa, onde fizeram e fazem parte dela: dinastias, sábios e sacerdotes, onde a característica principal sempre foi o respeito a tradição e a filosofia de vida, onde a paciência e o comportamento da natureza sempre foram observados.
Na China foram desenvolvidos as mais diversas terapias, visando o equilíbrio físico, mental e espiritual. A mais divulgada e conhecida para a maioria é a acupuntura, entretanto existem uma infinidade de métodos curativos importantes, e dentre esses métodos está o SHIATSU.
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REFLEXOLOGIA
FATOS SOBRE OS PÉS
Os pés têm uma história interessante. As pessoas muitas vezes vêem os próprios pés como uma parte estranha de sua anatomia, raramente atentando para a importância dessas extremidades. Os antropólogos, porém, consideram o pé como a característica física humana decisiva. Quando o primeiro antropóide ficou em posição ereta, há cerca de cinco milhões de anos, uma cadeia de eventos foi iniciada. Essas medidas adaptativas são consideradas altamente importantes na história da evolução.
O pés, originalmente projetados para carregar um quarto do peso do corpo cada um, tiveram de se adaptar a carregar a metade. A coluna vertebral, originalmente um arco entre as patas anteriores e posteriores, teve de se adaptar à posição ereta. Com essas modificações a circulação sangüínea também se alterou, bem como a mecânica da respiração, localização dos órgãos internos e a localização do ponto de onde observamos a vida. O grande artelho passou para o mesmo plano que os outros artelhos, e o calcanhar desceu para apoiar-se sobre o chão e suportar o peso do corpo de forma mais eficiente. Os arcos evoluíram para facilitar as nossas passadas. Os processos locomotivos transferiram-se para as extremidades inferiores, deixando o resto do corpo livre para realizar outras tarefas.
No passado, os pés eram tidos em alta conta. Leonardo da Vinci dizia que os pés eram "uma obra-prima de engenharia e uma construção artística". Ele não estava errado. Considerando o tamanho dos pés em relação ao peso que eles suportam.
O fascínio pelos pés remonta a um passado distante e referências aos pés aparecem na mitologia, na religião e na cultura. A referência mitológica mais conhecida é o Calcanhar-de-Aquiles. Segundo a história, ao mergulhar Aquiles nas águas para tomá-lo invulnerável, sua mãe segurou-o por um calcanhar. Essa pequena parte de sua anatomia que escapou da submersão acabou sendo a causa de sua morte. Ele morreu na guerra de Tróia quando uma flecha envenenada penetrou no calcanhar que ficara fora d'água. O termo "calcanhar-de-aquiles" hoje é usado para os referimentos a um ponto fraco.
O pé grego - um termo derivado da antiga mitologia - referia-se originalmente a deusas cujo segundo artelho era o mais longo, o que simboliza seus poderes masculinos. E as deusas virgens sempre eram representadas cobrindo seus pés para proteger sua castidade, pois os pés eram considerados partes extremamente íntimas. A exposição dos pés era entendida como o equivalente a uma proposta indecorosa.
Escritores e poetas eminentes - de Shakespeare e Tennyson a Oscar Wilde - louvaram os pés em suas obras. E os pés freqüentemente aparecem nas práticas tradicionais religiosas. A menção dos pés em metáforas é freqüente na Bíblia - como, por exemplo, Cristo lavando os pés de seus discípulos na última ceia. O costume asiático de beijar os pés era um gesto de submissão para com uma pessoa de "status" elevado, como um Papa ou um Santo. A retirada dos sapatos na entrada de locais sagrados é observada por budistas, hindus e muçulmanos. Esse costume também aparece na Bíblia - na passagem em que Deus diz a Moisés: "Retirai as sandálias de vossos pés, pois estais pisando em solo sagrado."
Nas culturas chinesas um pé de mulher era considerado o supremo símbolo sexual. Para fazer dos pés as partes mais atraentes da anatomia e moldá-los na forma desejada, os pés das mulheres eram atados. Isso impedia que os ossos se desenvolvessem da maneira habitual e tolhia o desenvolvimento dos pés. Essa prática desconfortável e cruel felizmente foi abandonada.
O pé é uma obra-prima de mecânica de precisão que perdeu parte de sua popularidade ao longo dos anos. Com o crescente interesse pelas práticas holísticas, porém, veio a percepção de que os pés desempenham um papel fundamental na saúde e no bem-estar.
AS ORIGENS DA REFLEXOLOGIA
As origens da reflexologia remontam à Antiguidade, quando as terapias de pressão eram reconhecidas como uma forma de medicina preventiva e terapêutica. Embora não se saiba ao certo quando e como isso começou, as evidências indicam que a massagem terapêutica nos pés tem sido praticada por diversas culturas ao longo da história.
HISTÓRIA ANTIGA
De acordo com uma teoria que goza de larga aceitação, a reflexologia nasceu na China há 5.000 anos. Muitos respeitados reflexologistas manifestaram sua crença nessa teoria, muito embora as evidências concretas sejam ambíguas. Todavia, as culturas egípcia e babilônia desenvolveram-se antes da chinesa, e o Egito contribuiu com uma valiosa evidência histórica.
O documento mais antigo que descreve a prática da reflexologia foi encontrado em escavações no Egito. Essa evidência, um pictograma produzido em torno de 2500 a 2330 a.C., foi descoberta na tumba de um médico egípcio, Ankmahor, em Saqqara. Segundo as evidências encontradas na tumba, Ankmahor era uma pessoa muito influente - suplantado apenas pelo rei.
No antigo Egito as civilizações e os conhecimentos mais avançados vinham do sul, onde a pele escura era apreciada. Uma explicação do pictograma foi proposta pelo egípcio Mohamed el Awany: ."As pessoas escuras, com cabelo encaracolado, à moda dos africanos, provêm do Egito superior, e são, obviamente, os terapeutas, os quais vieram do sul para tratar os habitantes do Egito inferior, que tinham pele clara e cabelos lisos. As posições dos pacientes são diferentes. O paciente da esquerda tem a mão direita sobre o joelho direito e a mão esquerda sob a axila direita. O outro paciente é o oposto. Há uma relação entre o tipo de problema que o paciente tem e o ponto onde o terapeuta toca, e isso determina os pontos de pressão que ele e o paciente usam. Nesse caso, o paciente está tocando o ponto reflexo sob o braço, onde a dor correspondente é sentida. "Segundo o Papyrus Institute, do Cairo, os hieróglios acima da cena dizem: "Não deixe isso doer", diz um dos pacientes. "Farei como você quiser", responde um assistente.
Uma outra teoria sustenta que uma forma de reflexoterapia foi transmitida aos índios da América do Norte. Embora, uma vez mais, nenhuma evidência específica apóie essa teoria, há muitas gerações os índios da América do norte vêm usando a pressão reflexa aplicada aos pés como uma forma de terapia curativa. Há séculos os índios cherokees, da Carolina do Norte, reconheceram a importância dos pés para a manutenção do equilíbrio físico, mental e espiritual. O Clã Urso, pertencente a essa tribo e que vive nos montes Allegheny, pode atestar isto.
Jenny Wallace, uma índia cherokee do Clã Urso, trabalha atualmente nos Estados Unidos com terapia dos pés. Na tribo ela é conhecida como a "virgem da Lua"- título concedido a uma mulher que, quando jovem, apresentava talentos naturais e intuitivos para a cura e, por isso, foi escolhida pela tribo para desenvolver ainda mais essas capacidades. Segundo ela: "Na minha tribo, trabalhar os pés é uma arte curativa muito importante e parte de uma cerimônia sagrada da qual você não precisa estar doente para participar. Os pés caminham sobre a terra e através deles o seu espírito é ligado ao universo. Os nossos pés são o nosso contato com a terra e através deles o seu espírito é ligado ao universo dela.
Esse conhecimento da reflexoterapia aplicada aos pés poderia ter sido perdido na névoas da antiguidade não fosse pelas pesquisas de médicos do final do século XIX e início do século XX. Pessoas curiosas com o conceito de reflexoterapia estimularam um ressurgimento do interesse pelo estudo dos reflexos. O estudo e o desenvolvimento da reflexoterapia pelos pioneiros europeus e empreendedores americanos estabeleceram os fundamentos da reflexologia, tal como a conhecemos hoje.
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O QUE É A REFLEXOLOGIA E COMO FUNCIONA?
A reflexologia é uma arte suave, uma ciência fascinante e uma forma extremamente eficaz de massagem terapêutica que conquistou um lugar de destaque no campo da medicina complementar. Ela é uma ciência porque se baseia no estudo fisiológico e neurológico, e é também uma arte porque muita coisa depende da habilidade com que o terapeuta aplica o seu conhecimento e da dinâmica que ocorre entre o clínico e o beneficiário.
É uma técnica curativa - o termo "holístico" é derivado da palavra grega holos, que significa inteiro" e, assim, procura tratar o indivíduo como uma entidade constituída de corpo, mente e espírito. Os reflexologistas não isolam uma doença para tratar os seus sintomas nem atuam especificamente sobre um órgão ou sistema; em vez disso, eles tratam a pessoa inteira com o objetivo de induzir um estado de equilíbrio e harmonia. A arte da massagem reflexa dos pés não deve ser confundida com a massagem básica dos pés ou com a massagem do corpo de maneira geral. Ela é uma técnica específica de pressão que atua em pontos reflexos precisos dos pés com base na premissa de que as áreas reflexas dos pés correspondem a todas as partes do corpo. Como os pés correspondem a todas as partes do corpo. Como os pés representam um microcosmo do corpo, todos os órgãos, glândulas e outras partes do corpo estão dispostos num arranjo similar ao dos pés.
O fenômeno da representação microcósmica de partes do corpo em diferentes áreas do organismo também se manifesta na íris do olho, na orelha e nas mãos. Todavia, as áreas correspondentes dos pés são mais fáceis de localizar porque cobrem uma área aplicada nas áreas reflexas com os dedos das mãos e usando técnicas específicas. Isso provoca mudanças fisiológicas no corpo na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. Dessa maneira, os pés podem desempenhar um papel importante para se conquistar e manter uma saúde melhor.
A simplicidade do tratamento reflexológico não corresponde à sua eficácia. não é necessário nenhum equipamento complicado ou tecnologicamente sofisticado. A técnica é tão simples que não requer anos de treinamento para ser dominada. Um bom terapeuta precisa de um par de mãos sensíveis porém vigorosas, de um genuíno desejo de aliviar a dor e o sofrimento, compaixão, intuição e uma compreensão da natureza humana. O relacionamento entre o beneficiário e o terapeuta é um importante aspecto do processo de cura. O terapeuta atua como um medidor para aliviar o potencial de cura do cliente.
A meta da reflexologia é promover o retorno da homeostase - um estado de equilíbrio. O passo mais importante para se conseguir isso é reduzir a tensão e induzir o relaxamento. Citando Kevin e Bárbara Kunz, em seu livro The Complete Guide to Foot Reflexology: "Se a reflexologia nunca conseguisse nada além do que combater o stress com relaxamento, ela estaria servindo muito bem aos seus propósitos.
O relaxamento é o primeiro passo da normalização. Quando o corpo está relaxado a cura é possível. A massagem profissional dos reflexos dos pés vai mostrar quais partes do corpo estão fora de equilíbrio e, portanto, não estão funcionando eficientemente. Pode-se, então, ministrar o tratamento apropriado para corrigir esses desequilíbrios e fazer o corpo retornar a um estado ótimo de saúde. Essa forma de terapia é útil no tratamento de doenças e eficaz para manter a saúde e prevenir o aparecimento de doenças. Com a massagem reflexa dos pés os problemas de saúde podem ser detectados precocemente e o tratamento ministrado para previnir o desenvolvimento de sintomas mais sérios.
Sendo uma terapia holística, a reflexologia tem por objetivo tratar o corpo como um todo e esforça-se por chegar à causa da doença e tratar a ela em vez dos sintomas. Para se obterem melhores resultados é necessário a participação dos clientes. O reflexologista não é o maior responsável pela saúde do cliente. Em todas as terapias holísticas é enfatizada a necessidade de o indivíduo assumir a responsabilidade pelo seu próprio estado de saúde. Na medicina ortodoxa a tendência é transferir a responsabilidade para o médico e esperar que ele cure todas as doenças. Isso é um tanto absurdo.
A doença é o resultado direto dos pensamentos e ações da pessoa. A mente é extraordinariamente poderosa e afeta todas as células do corpo. Isso provoca a ocorrência de mudanças químicas. Emoções negativas, como a ansiedade, o desgosto, o medo e a preocupação - largamente disseminados na sociedade moderna - vão causar repercussões negativas. "Por que envenenar o corpo com pensamentos venenosos?". As atitudes negativas nunca vão facilitar a cura, mas um atitude positiva é muito útil para se conquistar e manter um corpo e uma mente sadios.
Para o doente, é fundamental a disposição de se livrar da doença e adotar um papel ativo no tratamento. Ainda que o reflexologista seja compassivo, atencioso e dedicado ao bem-estar de seus clientes, nenhum terapeuta poderá tomar por outra pessoa a decisão de que ela vai ficar boa. O cliente precisa assumir essa responsabilidade. Um genuíno desejo de ter saúde e a disposição de livrar-se da doença é de vital importância em qualquer processo de cura. As pessoas que se aventuram no campo da medicina complementar devem entender que não existe cura instantânea - trata-se, isto sim, de um processo de cura. A maior parte das doenças precisaram de tempo para se manifestar e, assim, também é preciso tempo para vencê-las. A capacidade de resistência do corpo humano é de causar espanto. Geralmente é necessária uma enorme quantidade de abusos antes que se manifestem os sinais de doença, e o organismo vai responder extremamente bem se tratado de forma adequada.
O corpo humano é uma máquina magnífica. Milhares de partes trabalham juntas para manter o corpo funcionando em níveis ideais. Os efeitos negativos das emoções, das atitudes, da estafa, do modo de vida e da dieta podem fazer o corpo sair de sincronia, provocando disfunções. Se uma parte deixa de funcionar com eficiência, o todo sofre. É nesse momento que as dores leves e a fadiga generalizada - que freqüentemente são os percussores de problemas mais sérios - começam a se manifestar. A analogia com um carro comumente é usada para descrever o funcionamento do corpo. Se uma parte não está funcionando adequadamente, o carro todo sofre e tem de ir para uma oficina receber uma regulagem. Ou, então, você o troca por um novo. A reflexologia pode ser considerada o equivalente a uma regulagem - um ajuste do corpo. E como você não pode trocar o seu corpo por um novo, faz sentido tratar corretamente aquele que você tem.
O reflexologista não cura - somente o corpo é capaz de fazê-lo. Mas a reflexologia ajuda a equilibrar todos os sistemas corporais, estimulando uma área pouco ativa e acalmando uma área superativa. Ela é inofensiva para as áreas que estão funcionando adequadamente. Como todos os sistemas do corpo estão intimamente relacionados, qualquer coisa que afete uma parte vai acabar afetando o todo. Numerosos terapeutas, após diversos anos de estudo e prática, concluíram que a reflexologia atua em diversos níveis - fisiológico e espiritual.
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O QUE É DO-IN
O Do-In é uma técnica de tratamento baseada na massagem de alguns pontos bastante específicos do corpo humano.
Por "tratamento", entendemos a prevenção e a cura de doenças em geral, sendo indicado principalmente nos estágios iniciais, antes que tenham ocorrido lesões ósteo-musculares, casos em que o Do-In auxilia, mas raramente, contradizendo alguns autores, produz uma cura completa.
O Do-In não é, portanto, uma cura milagrosa a que apenas alguns iniciados têm acesso, de difícil compreensão e totalmente velada a nossos olhos. Muito contrariamente à crença popular ocidental, é uma técnica simples que visa sobretudo harmonizar as energias do corpo, evitando assim as doenças. Qualquer pessoa pode aprender-lhe o básico indispensável para problemas de seu dia-a-dia, sem que para isso precise passar anos a fio num recôndito e inatingível cume de montanha, ou numa úmida e fria caverna, o que, para nós, simples humanos, que precisamos trabalhar duramente, seria de todo impensável.
UM POUCO DE HISTÓRIA
Sendo o Do-In baseado na massagem, sua origem perde-se no início da humanidade, quando um de nossos ancestrais, após ter acidentalmente tropeçado numa pedra, levou inconscientemente a mão ao pé dolorido, sentindo um alívio sutil, mas imediato.
O Do-In, como um conjunto de técnicas compiladas com a finalidade de curar e prevenir doenças, com suas bases teóricas e toda sua didática, é atribuído a Lee Huang-Ti, o Imperador Amarelo.
Segundo lendas, Lee Huang-Ti é o pai da Acupuntura e o formulador de todas as bases da medicina chinesa. Estima-se que seu reinado ocorreu, há cerca de cinco mil anos, na China. Nesse período, no Oriente Próximo, surgiram as civilizações mesopotâmicas e egípcia, assim como, acredita-se, deve ter surgido a escrita.
Embora a origem das técnicas seja chinesa, o termo Do-In é de origem japonesa.
Segundo se sabe, em chinês, o provável nome do Do-In era Tao-In. Ainda que desejemos ser o mais possível fiéis à nomenclatura chinesa, utilizaremos Do-In, por ser mais conhecido entre nós.
O Do-In utiliza-se da terminologia e dos princípios comuns ao Shiatsu, Moxa-Bustão e demais terapêuticas derivadas, como ele, da Acupuntura. Por esse motivo, é conhecido também como massagem acupuntural.
enviada por Isaias Pinto
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