30/07/2007 10:41

enviada por Isaias Pinto
30/07/2007 00:00

enviada por Isaias Pinto
29/07/2007 23:37
enviada por Isaias Pinto
29/07/2007 23:31
SEJAM BEM VINDOS !
ENDEREÇO ELETRONICO : isaiaspinto@uol.com.br - Telefone : (12) 9733 4088
enviada por Isaias Pinto
29/07/2007 23:29
Aqui você encontra assuntos sobre as diversas técnicas de massagens, trocas de informações, um ponto de encontro dos novos e velhos Amigos Massoterapeutas, Acupunturistas e Terapeutas ativos e inativos.
enviada por Isaias Pinto
18/06/2007 00:36
enviada por Isaias Pinto
15/06/2007 13:28
Sejam Bem Vindos
Aqui relato meus anos de dedicação à Beleza, Saúde e Felicidade de meus Pacientes.
Dedicação diária aos Pacientes que buscaram Alívio, Melhora do quadro de Stress, Redução de Medidas , Melhora de Qualidade de Vida, Melhora da Auto-Estima, Libertação do quadro Depressivo, Preparação para Cirurgias e Reecuperação Pós-Cirurgicas, Relaxamentos Massoterápicos e Verbais, Cromoterapia, Magnetoterapia, Tratamentos Redutores e Modeladores, Talassoterapia - Tratamentos mais dirigidos para Redução de Medidas - Sueca de Ling - Shiatsu Clássico - Anma ( Destinada a Gestantes e Idosos).
Nesse espaço você tem informações e consegue uma visão geral dos atendimentos filantrópicos realizados.
"Lembrando sempre que ao primeiro sinal de desequilíbrio da saúde, procure seu Médico de Confiança"
ATENÇÃO : Massagem não propicia dor; Massagem não deixa marcas, hematomas; Manobras de Drenagem Linfática e Redutora não produzem dor nem hematomas quando realizadas por Profissional Experiente e Responsável.
enviada por Isaias Pinto
15/06/2007 13:27
Algumas técnicas na Massoterapia e Terapias Complementares:
***** SUECA = DURAÇÃO 02 HORAS , UTILIZANDO CREMES E ÓLEOS ESPECIAIS PARA CADA PARTE E TIPO DE CORPO - MASSAGEM EXTREMAMENTE RELAXANTE E TERAPÊUTICA.
***** SHIATSU CLÁSSICO = DURAÇÃO 1/30 A 02 HORAS .
***** ANMA = DURAÇÃO 01 HORA A 90 MINUTOS DE ATENDIMENTO - "INDICADA PARA PESSOAS COM MAIS DE 60 ANOS E GESTANTES" .
***** DRENAGEM LIFÁTICA = DURAÇÃO DEPENDENDO DO TIPO DE ATENDIMENTO - PRÉ CIRURGICO , PÓS CIRURGICO OU MANUTENÇÃO - DEPENDENDO DA INDICAÇÃO MÉDICA - "INDICADA PARA REDUÇÃO DE MEDIDAS, PROMOVENDO ELIMINAÇÃO DE TOXINAS E LÍQUIDOS RETIDOS NO CORPO; REDUÇÃO DE INCHAÇOS E EDEMAS".
***** APLICAÇÃO DE ENERGIA REIKI = DURAÇÃO POR VOLTA DE 01 HORA.
enviada por Isaias Pinto
26/03/2007 16:09
DEDICO MINHAS VITÓRIAS AO MEU PAI : Srº AFONSO HERNANDES

enviada por Isaias Pinto
07/12/2006 13:14




enviada por Isaias Pinto
28/09/2006 11:38


enviada por Isaias Pinto
28/08/2006 18:44

enviada por Isaias Pinto
28/08/2006 18:40


enviada por Isaias Pinto
15/05/2006 03:25
ISAIAS PINTO - TERAPEUTA CORPORAL - CRT 38862 SP
enviada por Isaias Pinto
15/05/2006 03:23

enviada por Isaias Pinto
15/05/2006 03:19

enviada por Isaias Pinto
07/02/2006 17:14
Sistematizada pelo sueco Per Henrik Ling, foi difundida a partir de 1976, oficialmente o ano de sua criação.
Hipócrates, o pai da medicina moderna, já em seu tempo, empregava na Grécia técnicas muito semelhantes à de Ling; Homero, nove séculos antes de Cristo, teceu comentários sobre uma massagem quase idêntica; e até os romanos se mostravam grandes conhecedores e praticantes deste gênero de manobras massoterapêuticas. Assim, Ling apenas captou e aprimorou técnicas antigas para criar a massagem que se conhece até os dias de hoje como a massagem ocidental tradicional, e que se ensina nos cursos profissionalizantes de massagem no Brasil.
Ling deixou um grande legado, contribuindo com uma massagem muito eficaz, por várias razões: existe uma grande relação entre dores musculares e problemas viscerais ou órgãos internos. Ao massagear um músculo, atuaremos também por ação reflexa sobre o órgão ou víscera correspondente, auxiliando a cura de qualquer mal que possa acometê-los, desde que não provenha de uma lesão irreversível nos tecidos.
1. Alguns quiropráticos de renome chegam a mencionar a relação de músculos com seus órgãos;
2. A massagem sueca é de ação purificante: auxilia o sangue venoso em seu retorno ao coração;
3. Tem a propriedade de irrigar os tecidos e dilatar os vasos;
4. Renova as células epiteliais
5. Relaxa os músculos, eliminando tensões musculares;
6. Tem ação direta sobre o sistema nervoso;
7. Atua sobre o metabolismo;
8. É de ação comprovada na liberação de bloqueios psíquicos manifestados em nível muscular.
A massagem sueca, mais do que o shiatsu, não pode ser praticada de forma mecânica. É preciso, como já dissemos, doar de si. A fusão energética entre massagista e paciente é por demais intensa, as mãos do massagista devem deslizar sobre o corpo de modo que ele possa ouvir a sua melodia interior.
São cinco os toques básicos da massagem sueca. O principal e a base de todos é o deslizamento ou effleurage. Um deslizamento bem feito pode dispensar todos os outros toques. Os movimentos são sempre realizados da periferia para o centro, sob o constante domínio consciente do profissional. As outras quatro manobras de Ling são a fricção, a malaxação, o amassamento e a vibração.
"A Massagem sueca é de vital importância nas casas de repouso, manicômios e até nos presídios, pois através dela as infelizes vítimas de uma sociedade doente como a nossa passam a vivenciar o corpo, aplacando toda ira nele represada."
Os benefícios são:
Físicos- Melhora da circulação e drenagem linfática, relaxamento dos músculos e melhor movimento para as juntas.
Mental e Emocional- Redução do stress e aumento do sentimento de bem estar.
De acordo com Robert King, Ex -Presidente da Associação Americana de Massagem, a massagem proporciona um ambiente onde as emoções relacionadas com problemas como a morte, o morrer e a tristeza podem emergir, também agindo como um catalisador que reforça o contato físico e o abraço no dia a dia.
A melhora também é vista em relação a auto-estima após o recebimento de uma massagem carinhosa. O senso de isolamento e solidão também são quebrados. A redução do stress derivada da massagem pode ter um poderoso benefício para o sistema imunológico do paciente. Uma pesquisa da Escola de Medicina da cidade de Miami, Flórida, mostrou um aumento nas atividades de células naturais de defesa do organismo assim como melhora no sistema imunológico diretamente relacionado com a massagem.
Massagem Sueca
Momento para relaxar
A massagem Sueca (nome próprio, e não uma referência à Suécia), se refere à um conjunto de técnicas desenhadas principalmente para relaxar os músculos, aplicando-se pressão sobre eles, contra músculos mais profundos e ossos. Essa pressão é feita sempre na mesma direção do fluxo do sangue para o coração. O sistema linfático e as veias, contam com a ação dos músculos, mais do que a pressão de bombeamento do coração, para operar (levar sangue de volta ao coração).
A massagem Sueca pode relaxar os músculos, aumentar a circulação, ajudar o metabolismo, fazendo com que o paciente conheça melhor o seu corpo, encontrando assim, a melhor maneira de usá-lo e posicioná-lo.
As manipulações da massagem Sueca são concebidas em torno de benefícios terapêuticos específicos.
Um dos principais objetivos da massagem Sueca é aumentar a velocidade venosa das extremidades do corpo. Esta massagem também diminui o tempo de recuperação de pessoas que sofreram lesões musculares, estimulando o tecido que está com excesso de ácido lático, ácido úrico e outras perdas metabólicas. Outro benefício da massagem Sueca, é reduzir o estresse emocional e físico, fazendo parte de programas específicos para este fim.
*A MASSAGEM ESTARÁ CONTRA-INDICADA EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL.
enviada por Isaias Pinto
27/01/2006 12:36


enviada por Isaias Pinto
27/01/2006 12:34

enviada por Isaias Pinto
23/01/2006 19:13
Para você melhorar ou fugir do aparecimento da Celulite:
Se afaste do Café, Chá Preto, Álcool e Refrigerantes .
Fuja dos excessos de Calorias; Alimentos enlatados; Não abuse do sal, molho inglês e Shoyo ( pois faz com que o corpo retenha mais líquidos).
Em contra-partida tome muita água ( dois litros ao dia ) além de hidratar lhe facilita a eliminação de toxinas.
Inclua no cardápio fibras , alimentos que contenham vitaminas e minerais.
Alimente-se com fontes magras de proteínas Ex: a clara do ovo, aves, peixes e carnes vermelhas magras . Ex: filé mignon e lagarto
Fuja das frituras, dos bolos doces, chantilly, bolachas recheadas, chocolates, feijoadas, pipoca,bolachas com recheios.
Uma barra de cereais tem o açúcar que você procuraria num outro doce.
Alimente-se em várias refeições ao dia, mas com pequenas porções, pois facilita a digestão, tendo assim menos fome e o organismo mandará menos reservas para depósitos de gordura.
Faça Exercícios regularmente tipo aeróbicos para queimar a gordura: Esteira, bicicleta, step, dança, natação e outras do gênero vão tornear o corpo e ajudar no desaparecimento da celulite.
Leve em conta a hereditariedade; Goste do seu Corpo em todos os estágios e não fique esperando as mudanças para gostar dele.
Sorria muito.
Cremes para Redução de Celulite ajudam muito, mas o segredo não é a marca, pois os princípios ativos quase sempre são os mesmos ( Cafeína Vetorizada, Ginkgo Biloba, Centella Asiática, Uréia, Óleo de Amêndoas ou Girasol,Silício Orgânico, Extrato de Erva Mate ( Hedera Helix), Mentol, Cânfora, DMAE (substancia extraída do Salmão) que auxilia no enrijecimento muscular estimulando a tonicidade dos tecidos; Mas....o Segredo é a passar o Creme, não ter preguiça (Não adianta somente espalhar o creme, tem que fazer com que seja absorvido pela pele), por isso o Massoterapeuta é procurado; pois ninguém tem paciência de ficar passando, massageando. Sem contar que o profissional tem conhecimento do Sistema Linfático e as melhores formas de manobras.
Sempre lembrando: A qualquer disfunção de saúde, intenção começar um regime procure um Médico.
Isaias Pinto Terapeuta Corporal - Massoterapeuta CRT 38862
isaiaspinto@uol.com.br (12) 9733 4088
enviada por Isaias Pinto
09/01/2006 20:22
Sistema ÓSSEO Coluna Vertebral - Anatomia e Fisiologia da Coluna Cervical I
1. Estrutura das Vértebras:
A - Apófise Transversa
B - Disco Intervertebral (visto de frente e perfil)
C - Apófise Posterior (vista de perfil e posterior)
D - Apófises Articulares ou Facetas Articulares
E - Articulação Costo-transversa
F - Articulação Costo-vertebral
G - Apófise Odontóide
H - Forâmen de Conjugação ou Forâmen Intervertebral
I - Lâmina Vertebral
J - Pedículo Vertebral
As vértebras compõem-se pelas seguintes estruturas: corpo, pedículos, lâmina e apófises. O corpo vertebral encontra-se na porção anterior em relação ao eixo corporal. O corpo vertebral, nesta posição, suporta as forças de carga e pressão e é composto por uma estrutura óssea esponjosa, apresentando uma placa cartilaginosa na sua porção superior e inferior. Varia de altura e de diâmetro conforme o segmento vertebral onde se localiza. Os corpos das vértebras cervicais são de menor diâmetro e altura, sendo a porção mais alta da coluna na posição ortostática.
Os corpos dorsais ou toráxicos aumentam progressivamente a sua altura e diâmetro, apresentando um aspecto cilíndrico. Os corpos vertebrais lombares são achatados e largos por constituírem as vértebras que suportam as maiores pressões da coluna vertebral. As vértebras sacras são fusionados entre si, constituindo-se num osso que apresenta forma triangular. Este por sua vez articula-se com o ilíaco na região pélvica, apresentando a base fixa da coluna vertebral e sua relação com a pelve ou bacia. Assim, estabelece-se a base de suporte da coluna vertebral do ser humano.
Pedículos vertebrais: são expansões ósseas conectadas ao corpo na sua porção anterior e a lâmina óssea vertebral na sua porção posterior. Constituem a face lateral das vértebras e tem na sua porção posterior as apófises articulares. O pedículo limita o canal raquidiano em ambos os lados e, através de sua apófise articular, conecta-se com as vértebras adjacentes.
Lâmina Vertebral: são porções ósseas laminares que limitam o canal raquidiano em sua face posterior. Como o corpo vertebral, variam de forma e tamanho conforme a vértebra que constitui. Vista ao Raio X no sentido póstero-anterior têm o formato de asa de borboleta.
Apófises:
Apófise Vertebral Posterior: as apófises posteriores da coluna vertebral são saliências ósseas de localização posterior formada como uma expansão da lâmina vertebral. Estão situadas na linha média posterior da coluna.
Apófise Transversa ou Costiforme: localiza-se lateralmente em relação ao eixo vertebral e constitui uma expansão dos pedículos na sua face lateral. Exceção é feita na quinta vértebra lombar, cuja apófise transversa é uma extensão posterior do corpo vertebral.
Apófises Articulares: são saliências articuladas da porção pedicular que relacionam as vértebras entre si, constituem o apoio posterior intervertebral. O apoio anterior é realizado pela estrutura do disco intervertebral. As apófises articulares, relacionadas entre si nas vértebras adjacentes, formam a articulação interapofisária, cuja relação intervertebral dão origem ao forâmen de conjugação.
Apófise Odontóide ou Processo Odontóide: é uma porção óssea, densa, que se projeta na parte superior do áxis (segunda vértebra cervical) para dentro do atlas (primeira vértebra cervical) e se introduz no forâmen magnum. Este se localiza na base do crânio e tem em seu interior estruturas como o bulbo (centro nervoso do comando respiratório) e o início da estrutura medular-nervosa. O processo odontóide estabiliza a coluna cervical em relação ao crânio, permitindo os movimentos de rotação da cabeça. O mesmo se projeta no interior do atlas, que realiza o suporte do crânio e do forâmen magnum que se constitui na cavidade localizada na base do crânio.
Facetas Articulares: são porções cartilaginosas das articulações interapofisárias. Na região dorsal, existem as facetas costais superiores e a faceta costal inferior que se localiza superiormente e posteriormente ao corpo vertebral. Elas servem para fazer a conexão com os arcos costais. Na região toráxica também temos a presença das facetas costais transversas que, unindo-se a porção proximal das costelas, aumentam a estabilidade entre a coluna e o arcaboço toráxico.
Cápsula Articular: é uma estrutura com tecido fibroso que é responsável pelo revestimento das articulações interapofisárias e, juntamente com a membrana sinovial, tornam a estrutura emerticamente fechada onde circulam líquido sinovial para nutrir e vitalizar as catilagens em contato na articulação. Esta membrana capsular reveste também as articulações costo-vertebrais e costo-transversas, localizadas ao longo da coluna toráxica.
Forâmen Vertebral: trata-se de um orifício que se localiza lateralmente ao canal vertebral. Encontra-se relacionado ao espaço intervertebral e parte inferior do corpo da vértebra. Localiza-se entre as facetas articulares por trás, e o corpo vertebral e o disco intervertebral pela frente. Através desses forâmens emergem as raízes nervosas de dentro do canal vertebral. Podem ser comparados a janelas pelas quais as raízes nervosas têm o seu trânsito para realizar o comando de área e receber a sensibilidade de áreas segmentares.
Disco Intervertebral: O disco intervertebral constitui-se de uma estrutura fibro-cartilaginosa formada por anéis concêntricos em sua porção externa e um núcleo gelatinoso formado por substâncias hidrófilas (muco polissacarídos) que garantem essa hidrofilia (retenção de água), mantendo a capacidade de hidratação e flexibilidade do disco. As vértebras desde C2 (segunda vértebra cervical) até S1 (primeira vértebra sacra) são interpostas por estruturas discais chamadas de discos intervertebrais. Ao todo são 23 discos. O anel fibroso concêntrico suporta as pressões submetidas à coluna vertebral, transmitidas pelos corpos vertebrais. Um núcleo gelatinoso, através do seu deslocamento, estimula o anel fibroso na retenção das pressões e orienta o todo corporal quanto à posição da coluna vertebral. Essa orientação é dada através dos ramos do nervo sinovertebral ou nervo de Luschka. Este nervo "comunica" os estímulos recebidos, revelando aos músculos eretores da espinha as linhas de força de pressão sobre a coluna vertebral. Sua localização é a porção posterior do disco e o mesmo se comunica com a raiz nervosa emergente da coluna.
Ligamentos: são estruturas fibrosas cuja função está relacionada à estabilidade intrínseca das vértebras na sua posição natural.
Ligamento Longitudinal Anterior: tem forma laminar. Inicia-se na base do crânio até o sacro. Serve para reforçar a estabilidade da coluna na sua porção anterior e encontra-se na linha média do corpo vertebral. Estabiliza a coluna desde a articulação atlanto-ociptal até a transição lombo-sacro.
Ligamento Interespinhoso: localiza-se na região espinhosa e se inicia pelo ligamento da nuca, porção estabilizadora entre o osso ociptal e as apófises cervicais, estendendo-se até as apófises sacras. É reconhecido como ligamento inter-espinhal tendo a sua porção contínua com o nome de ligamento supra-espinhal.
Ligamentos Amarelos: são expansões ligamentares que conectam a face anterior da lâmina superior com a face posterior da lâmina vertebral adjacente inferior.
Ligamento Longitudinal Posterior: trata-se de um ligamento laminar que se localiza dentro do canal vertebral justaposto à porção posterior dos corpos vertebrais.
Ligamentos Cruciformes: localiza-se na base do crânio e é formado pelos ligamentos superior, transverso e inferior. Comunica-se com as fibras do ligamento alar.
Ligamentos Inter-transversos: interligam as apófises transversais. Encontram-se lateralmente à coluna vertebral.
Ligamento Costo-transverso e Ligamento Radiado: unem a costela com as apófises transversas e com o corpo vertebral subseqüentemente.
Sistema ÓSSEO COLUNA VERTEBRAL - II
É constituída por 33 ou 34 ossos ditos vértebras. Toda vértebra é formada por um corpo em forma de disco, de espessura variável conforme a região. Do corpo partem as lâminas vertebrais que convergem para dentro, e, reunindo-se, formam um anel. Da superposição desses anéis resulta um canal no qual está contida a medula espinhal. Os anéis apresentam, dos lados e posteriormente, apêndices ósseos, chamados apófises; as laterais se chamam apófises transversais; a posterior se chama apófise espinhal. As apófises dão inserção a músculos e ligamentos. Toda vértebra se articula com a vértebra que está acima e com aquela que está abaixo mediante apófises articulares. Todas as vértebras têm particularidades próprias, de acordo com o lugar que ocupam na coluna vertebral. As vértebras se classificam em cervicais, torácicas ou dorsais, lombares, sacras e coccigianas.
Vértebras cervicais
São sete. A sua apófise transversa tem a característica de ser escavada por um ori- fício ( orifício transversal) pelo qual passam os vasos vertebrais. A primeira vértebra cervical se chama atlas: articula-se, em cima, com o crânio, e, embaixo, com a segunda vértebra cervical chamada áxis. Estas duas vértebras são muito diversas de todas as outras porque têm o fim de permitir os movimentos da cabeça. O atlas não tem corpo e recebe, no seu anel, uma apófise do áxis, o dente do áxis. A sétima vértebra cervical se chama proeminente porque se destaca de modo sensível e determina, principalmente nos indivíduos magros, uma saliência visível.
Vértebras torácicas
São 12, têm um corpo reforçado e se articulam com as respectivas costelas.
Vértebras lombares
São 5 e têm um corpo maior do que as precedentes.
Vértebras sacras
São 5 e têm um tamanho decrescente. No feto e na criança até cerca de 8 anos são independentes umas das outras, enquanto no adulto se soldam entre si; da sua reunião se forma um único osso, que é chamado osso sacro.
Vértebras coccigianas
São 4 ou 5 e têm um tamanho bem reduzido. A coluna vertebral tem bastante mobilidade por causa das articulações entre uma vértebra e outra. Não é reta, mas apresenta quatro curvaturas, duas voltadas para diante e duas voltadas para trás, as quais se alternam entre si e, portanto, se compensam. As curvaturas tomam o nome da região em que se acham: temos assim a curvatura cervical (aberta para trás), a curvatura dorsal (aberta para diante), a curvatura lombar (aberta para trás) e a curvatura sacra (aberta para diante). Essas são as curvaturas dispostas no plano ântero-posterior, e se vêem observando a coluna de perfil.
A coluna vertebral, vista pela frente, parece direita, exceto uma pequena curvatura aberta para a esquerda, presente em quase todos os indivíduos. Essa curvatura faz com que o ombro esquerdo seja ligeiramente mais alto do que o direito. O fenômeno não é facilmente explicável. Foi atribúída a culpa à maior atividade dos músculos da parte direita, mas a mesma curvatura existe nos canhotos. Segundo outros é a posição assumida pela maior parte dos indivíduos nos bancos da escola.
As curvas da coluna vertebral podem ser acentuadas por motivos patológicos. Quando são acentuadas as curvas abertas para trás, tem-se a lordose; quando, ao contrário, são exageradas as curvas abertas para a frente tem-se a cifose. Quando a coluna vertebral apresenta uma curvatura para a direita ou para a esquerda, tem-se a escoliose.
O dorso, ouface posterior do tronco, é a parte principal do corpo à qual estão fixadas a cabeça, pescoço e membros. Consiste de pele, fáscia superficial contendo tecido adiposo, fáscia profunda, músculos, vértebras, discos intervertebrais, costelas (na região torácica), vasos e nervos. A dor lombar é uma queixa comum. Para compreender a base anatômica dos problemas do dorso que causam dor incapacitante, é necessário conhecer a estrutura e função desta região. Os locais comuns de dores são as regiões cervical (pescoço) e lombar, principalmente porque são as partes de maior mobilidade da coluna vertebral.
A coluna vertebral
A coluna vertebral (espinha) forma o esqueleto do dorso e a parte principal do esqueleto axial. Compõe-se de 33 ossos denominadas vértebras que se articulam nas articulações intervertebrais anteriores e posteriores. A coluna vertebral forma uma sustentação forte, mas flexível para o tronco. Estende-se a partir da base do crânio através do pescoço e do tronco. As vértebras são estabilizadas por ligamentos que limitam os movimentos produzidos pelos músculos do tronco. A medula espinhal, raízes dos nervos espinhais e seus revestimentos denominados meninges, estão situados dentro do canal vertebral, que é formado pelos forames vertebrais em vértebras sucessivas. Os nervos espinhais e seus ramos estão situados fora do canal vertebral, exceto pelos nervos meníngeos, que retomam através dos forames intervertebrais para inervar as meninges (membranas) espinhais.
A coluna vertebral proporciona um eixo parcialmente rígido e parcialmente flexível para o corpo e um pivô para a cabeça. Conseqüentemente, possui importantes papéis na postura, sustentação do peso do corpo, locomoção e proteção da medula espinhal e das raízes nervosas. Ao se sentar, a coluna vertebral transmite o peso do corpo através das articulações sacroilíacas para o osso ilíaco, e daí para as tuberosidades isquiáticas. Na postura ereta, o peso do corpo é transferido das articulações sacroilíacas para os acetábulos e daí para os fêmures. A coluna vertebral geralmente consiste em 33 vértebras, dispostas em cinco regiões, mas apenas 24 delas (7 cervicais, 12 torácicas e 5 lombares) são móveis. Em adultos, as cinco vértebras sacrais fundem-se para formar o sacro e as quatro vértebras coccígeas são parcialmente fundidas para formar o ossso coccígeo. As abreviações C, T, L, S e Co são usadas para indicar as regiões da coluna vertebral. As 24 vértebras móveis conferem à coluna vertebral considerável flexibilidade. A estabilidade da coluna vertebral é fomecida pela forma e resistência das vértebras e pelos discos intervertebrais, ligamentos e músculos. As vértebras móveis são conectadas por resistentes discos intervertebrais, que desempenham um importante papel nos movimentos entre as vértebras e na absorção de impactos transmitidos para cima ou para baixo na coluna vertebral. As vértebras móveis também estão conectadas entre si por articulações zigoapofisárias posteriores, pares (articulações planas) entre os processos articulares, e por fortes ligamentos longitudinais anteriores e posteriores. Esses ligamentos, que se estendem por toda a extensão da coluna vertebral, estão fixados aos discos intervertebrais e corpos vertebrais. Os ligamentos e articulações intervertebrais geralmente impedem a flexão e extensão excessivas da coluna vertebral. Movimentos além dos limites normais, isto é, hiperextensão e/ou hiperflexão do pescoço ("lesão em chicote") geralmente causam lesão das articulações e ligamentos e dos músculos, nervos e vasos associados.
Os corpos das vértebras representam cerca de três quartos do comprimento da parte móvel da coluna vertebral e os discos intervertebrais representam o outro quarto. Ao contar as vértebras,é importante começar na base do pescoço, porque o que pode parecer uma vértebra lombar adicional numa radiografia pode ser uma vértebra extra torácica ou sacral. Os corpos vertebrais gradualmente tomam-se maiores à medida que se aproximam do sacro e a seguir tornam-se progressivamente menores em direção ao cóccix. Essas diferenças estruturais estão relacionadas ao fato de que a região lombossacral sustenta mais peso que as regiões cervical e torácica.
Curvaturas normais da coluna vertebral
Na coluna vertebral articulada e em várias imagens usadas clinicamente, por ex., IRM (imagem de ressonância magnética), quatro curvaturas são normalmente visíveis no adulto. As curvaturas torácica e sacral são côncavas anteriormente, enquanto as curvaturas cervical e lombar são côncavas posteriormente. As curvaturas torácica e sacral são denominadas curvaturas primárias porque se desenvolvem durante o período fetal. As curvaturas cervical e lombar começam a aparecer nas regiões cervical e lombar antes do nascimento, mas só são mais evidentes após o nascimento, sendo denominadas curvaturas secundárias. A curvatura cervical é acentuada quando um lactente começa a manter sua cabeça ereta, e a curvatura lombar torna-se evidente quando a criança começa a andar. A curvatura cervical pode desaparecer através da flexão do pescoço. A curvatura torácica, permamente, é formada pelos 12 corpos vertebrais torácicos articulados. A curvatura lombar, geralmente mais acentuada em mulheres, termina no ângulo lombos- sacral. A curvatura sacral também é permanente e difere em homens e mulheres. O sacro geralmente é menos curvo em mulheres, o que aumenta o tamanho da abertura inferior da pelve ou saída da pelve. O centro de gravidade do corpo está localizado logo na frente do promontório sacral.
Nem todas as pessoas têm 33 vértebras, mas o número de vértebras cervicais é constante. Até mesmo a girafa só possui sete vértebras cervicais. Entretanto, ocorrem variações no número de vértebras torácicas lombares e sacrais em aproximadamente 5% das pessoas normais sob outros aspectos. As diferenças no número podem ser uma alteração numa região ( + ou -), sem alteração em outras regiões, ou uma alteração numa região à custa de outra (Bergman et aI., 1988). Embora variações numéricas das vértebras possam ser clinicamente importantes, a maioria delas é detectada em dissecções, necropsias ou em radiografias de pessoas sem história de problemas no dorso.
O feixe de filamentos radiculares no espaço subaracnóide abaixo da medula espinhal é denominado cauda eqüina. Está situada distalmente à vértebra L2 no canal vertebral do adulto.
A extremidade inferior da medula espinhal afila-se abruptamente no cone medular. A partir de sua extremidade inferior, um filamento fibroso delgado, denominado filamento tenninal (l.filum, filamento ), desce entre as raízes nervosas que constituem a cauda eqüina. Deixa a extremidade inferior do saco dural e atravessa o hiato sacral. Aqui funde-se com a extremidade superior do ligamento anococcígeo e termina com ele através da inserção no dorso do osso coccígeo.
O filamento tenninal não possui significado funcional. É o remanescente vestigial da medula espinhal que estava situada na cauda do embrião (Moore, 1988). Sua extremidade proximal consiste em vestígios de tecido neural, tecido conjuntivo, pia-máter e tecido da neuróglia.
O suprimento arterial da medula espinhal
Os vasos que suprem a medula espinhal são derivados de ramos das artérias vertebrais, cervicais profundas, intercostais e lombares. É suprida por três artérias longitudinais, uma artéria espinhal anterior e duas artérias espinhais posteriores. Essa vascularização é reforçada por sangue de vasos segmentares denominados artérias radiculares.
As artérias espinhais.
A artéria espinhal anterior é formada pela união de dois pequenos ramos das artérias vertebrais. Percorre a extensão da medula espinhal na fissura mediana anterior e supre os dois terços anteriores da medula espinhal. O calibre dessa artéria varia de acordo com sua proximidade de uma artéria radicular magna. Geralmente é menor na região de T4 a T8 da medula. As artérias espinhais posteriores originam-se como pequenos ramos das artérias vertebrais ou das artérias cerebelares inferiores posteriores. Freqüentemente apresentam anastomoses entre si e com a artéria espinhal anterior.
Sistema ÓSSEO COLUNA VERTEBRAL - III
Sistema ÓSSEO Diferença entre os ossos do esqueleto masculino e feminino
Em geral, os ossos e as superfícies articulares nas mulheres são menores que nos homens. O comprimento das pernas masculinas, por exemplo, representa 56% da altura, enquanto nas mulheres essa relação é de cerca de 50%. Na comparação entre adultos saudáveis dos dois sexos, verifica-se que as mulheres têm ombros mais estreitos, quadris mais largos e tórax menor. No cotovelo e no joelho, elas têm valgos, como é chamado o ângulo de afastamento do antebraço e perna da linha média do corpo, maiores. Nos quadris, o varos, nome que se dá à aproximação das coxas da linha média do corpo feminino, é menor. Outra diferença: o centro de gravidade nas mulheres é mais baixo que no homem. Isso ocorre porque elas têm bacia mais larga e pernas mais curtas. Esse é um dos fatores que proporciona às mulheres certas vantagens na prática de algumas modalidades esportivas, como, por exemplo, ginástica rítmica e desportiva.
Sistema ÓSSEO Lesões cerebrais e medulares
Sistema ÓSSEO Esqueleto do Tórax
ESQUELETO DO TÓRAX
O tórax é formado por ossos que, no seu conjunto, constituem a caixa torácica. Para formar a caixa torácica concorrem: posteriormente as vértebras torácicas ou dorsais; adiante um osso ímpar, o esterno; enfim, entre o esterno e as vértebras, encontram-se as costelas.
ESTERNO
É um osso mediano, chato, que se parece de modo geral com uma adaga romana. Nele distinguem-se três partes: uma superior, dita manúbrio; uma intermediária, dita corpo; e uma inferior, pequena, chamada apófise xifóide ou apêndice xifóide. O manúbrio forma com o resto do osso um ângulo, dito ângulo de Luys) que se torna muito acentuado e evidente quando o desenvolvimento do tórax é deficiente ou no caso de pessoa de constituição delicada. Nos bordos do manúbrio e do corpo há as incisuras nas quais se inserem a clavícula e as primeiras sete costelas. O bordo superior apresenta uma fosseta, muito evidente nos indivíduos magros: a fosseta jugular.
COSTELAS
As costelas são em número de doze pares e ligam o esterno à coluna vertebral onde se inserem nas vértebras dorsais (essas também em número de doze); têm uma forma curva, com um arco, e a sua direção não é horizontal; partindo da vértebra torácica, a costela se dirige para baixo. A sua extremidade anterior (esternal) é mais baixa do que aquela posterior (vertebral). As articulações das costelas com as vértebras torácicas são duas: há uma articulação com o corpo e outra com a apófise transversa. A extremidade anterior das costelas se insere no esterno com a interposição de um segmento cartilaginoso ou cartilagem costal. Os primeiros sete pares de costelas se chamam costelas verdadeiras; nelas, a cartilagem costal se insere diretamente no esterno. A oitava, a nona e a décima costela não terminam, diferentemente, no esterno, mas no bordo inferior da costela que se acha acima. A undécima e a duodécima costela não estão ligadas ao esterno, mas ficam livres e por isso são chamadas costelas flutuantes.
Em todo o bordo inferior das costelas caminham os vasos e os nervos intercostais. Entre uma costela e outra, isto é. nos espaços intercostais, há músculos. A primeira costela tem uma forma particular.
Na verdade, enquanto as outras têm uma face externa e uma interna, a primeira costela está achatada de alto para baixo e apresenta, portanto, uma face superior e uma face inferior. Na face superior acha-se uma pequena saliência, o tubérculo de Lisfranc, importante porque, perto dele, passa a artéria subclávia. O tubérculo é, pois, ponto de orientação para achar a subclávia, sendo útil quando há necesidade de ligar esta artéria. Temos, assim, considerado os elementos que concorrem para formar a caixa torácica. Observemos agora essa caixa torácica no seu conjunto.
Tem ela a forma de um tronco de cone, com a base menor voltada para cima. A superfície externa da caixa torácica apresenta, posteriormente, uma saliência que corre de alto a baixo e é devida à série das apófises espinhosas vertebrais. Do lado correm duas goteiras vertebrais, nas quais se contêm os músculos que servem para mover a coluna vertebral.
A caixa torácica está aberta em cima, para o pescoço, a fim de dar passagem ao esôfago, à traquéia e a grandes vasos; embaixo é, ao contrário, fechada por um músculo em forma de cúpula: o diafragma. O interior da caixa torácica constitui a cavidade torácica, ocupada, lateralmente, pelos pulmões, e, ao centro, pelo coração, com a aorta, que, depois de ter descrito um arco, desce para o abdome, atravessando o diafragma, A cavidade torácica é percorrida, anteriormente, pela traquéia, que se divide nos dois brônquios, os quais se dirigem aos respectivos pulmões. Posteriormente, a cavidade é percorrida pelo esôfago que penetra, também ele, no abdome depois de atravessar o diafragma. Na cavidade torácica, enfim, estão contidas, em parte, as duas veias cavas e o ducto torácico.
A forma da caixa torácica se modifica com a idade e as condições fisiológicas do indivíduo, e é diversa de acordo com o sexo. No homem tem uma forma cônica, enquanto na mulher é arredondada na sua parte mediana, recordando a forma de um tonel. A diferença depende do diverso tipo de respiração: a mulher, na verdade, respira pelo tórax, enquanto no homem a respiração é abdominal. Também essa diversidade tem a sua razão e a sua utilidade: na mulher a respiração abdominal seria muito prejudicada por ocasião da gravidez.
Os movimentos da caixa torácica durante a respiração são os seguintes: na inspiração, quando o tórax se dilata, as costelas se elevam e se alargam (mais na mulher que no homem). Na expiração, quando o tórax se restringe, as costelas se abaixam e se reúnem. Deste modo os três diâmetros da caixa torácica aumentam e diminuem alternadamente, de modo que os pulmões, que seguem passivamente os movimentos da caixa torácica, em um primeiro momento se dilatam, enchendo-se de ar, mas logo em seguida se contraem, deixando sair parte do ar neles encerrado.
Sistema ÓSSEO COSTELAS
As costelas são ossos compridos, elásticos, dispostos em ambos os lados do tórax (totalizam 24). Na parte anterior, uma ou duas costelas flutuantes se unem ao esterno, osso plano disposto verticalmente.
Elas ajudam a formar ou compor o Esqueleto do Tórax.
Sistema ÓSSEO O ESQUELETO DOS MEMBROS
ESQUELETO DOS MEMBROS
O esqueleto dos membros superiores e o dos inferiores apresentam características análogas. Em ambos podemos distinguir três segmentos: o primeiro, formado por um osso único; o segundo, por dois ossos, e o terceiro por uma série de pequenos ossos; vêm depois os ossos das falanges. O membro superior é dotado de maior amplitude de movimentos; de outro lado, os ossos do membro inferior são mais fortes. Isto é evidente levando em consideração as funções: o membro superior desenvolve determinadas atividades de trabalho, enquanto o membro inferior tem de sustentar o peso do corpo. Os membros estão unidos ao corpo mediante um sistema ósseo que toma o nome de cintura ou de cinta. A cintura superior se chama cintura torácica ou escapular; a inferior se chama cintura Pélvica. A primeira sustenta o úmero e com ele todo o braço; a segunda dá apoio ao fêmur e a toda a perna.
Membro superior
A cintura torácica é formada de dois ossos: a clavícula e a omoplata ou escápula. Este complexo está unido ao tórax somente mediante a articulação que a clavícula tem com o esterno. A omoplata, por sua vez, está unida somente com a clavícula e uma vez que o osso do braço (úmero) se une à omoplata, e somente a esta, entende-se como a espádua e o braço sejam dotados de movimentos muito amplos.
Sistema ÓSSEO O ESQUELETO DOS MEMBROS II
Omoplata
É um osso chato, cujo tecido esponjoso quase desapareceu, de modo que as duas lâminas de tecido compacto estão praticamente em contacto. Tem a forma de um triângulo e encontra-se na parte posterior do tórax, contra as sete primeiras costelas.
Da face posterior da omoplata destaca-se uma apófise de seção triangular, a espinha da omoplata, que termina com uma saliência: o acrômio. A espinha divide a face posterior da omoplata em duas fossas: uma superior (fossa supra-espinhal) e outra inferior (fossa infra-espinhal) que são ocupadas por músculos que têm o mesmo nome.
O bordo superior da omoplata continua lateralmente por uma saliência óssea, dita apófise coracóide, que se articula com a clavícula. Dos três ângulos, o lateral se alarga para formar a cavidade glenóide, na qual se move o úmero.
Úmero
O úmero é o osso do braço. Articula-se, superiormente, com a omoplata, e, inferiormente, com os ossos do antebraço (rádio e cúbito). Sendo um típico osso longo, o úmero apresenta uma diáfise e duas epífises. A epífise superior, chamada cabeça do úmero, está reunida à diáfise por um estrangulamento dito colo cirúrgico (neste nível são muito freqüentes as fraturas). A cabeça do úmero tem a forma de um hemisfério e se destaca do complexo da epífise por um outro estrangulamento: o colo anatômico. Nesta epífise se pode notar o sulco em que passa o tendão do músculo bíceps, e dois tubérculos para as inserções musculares. A epífise inferior do úmero apresenta duas saliências: uma lateral chamada côndilo, que se articula com o rádio, e uma interna, que se chama tróclea, e se articula com o cúbito.
O corpo do úmero apresenta uma goteira, dita de torsão, que o percorre de alto a baixo e de trás para diante, representando que o osso foi torcido de 180°.
enviada por Isaias Pinto
09/01/2006 20:03
PRÉ E PÓS OPERATÓRIO
A DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL PRÉ & PÓS CIRÚRGICA (DLM p&p) é uma técnica que visa a recuperação e a eliminação de edemas e hematomas resultantes de cirurgias estéticas ou terapêuticas, aliviando assim a dor e o sofrimento do paciente, abreviando o tempo de recuperação.
Através de estudos recentes, pode ser iniciado o tratamento com DLM já no terceiro dia após as incisões, visto que a cicatriz já suporta pressões leves, evitando, assim, a formação de fibroses, nódulos e quelóides, que comprometeriam o resultado final do procedimento cirúrgico.
A intervenção da DLM p&p é indicada nas mais diversas cirurgias, obtendo, em apenas 4 ou 5 sessões, resultados que vão desde a diminuição do edema e a maior absorção dos hematomas, até alivio nas dores pós cirúrgicas.
Toda intervenção cirúrgica provoca uma lesão ou morte do tecido e desencadeia, como conseqüência, um processo inflamatório que representa a resposta do organismo à lesão. A intensidade dessa resposta depende da extensão do traumatismo após uma lesão celular. São liberados mediadores químicos que provocam uma reação vascular, esta consiste na dilatação dos pequenos vasos, resultando num extravasamento maior de plasma no local da lesão.
Os leucócitos aumentam sua migração para a área lesada e fibrina, que é coagulante, formando uma rede no interior da lesão.
Sendo a fibrina responsável pelo estancamento da hemorragia e também serve de base e alicerce para a movimentação e proliferação das células epiteliais e dos fibroblastos.
Fase Reparadora:
Essa fase inicia-se nas bordas em 24 horas. Há também uma proliferação capilar que acompanha o avanço dos fibroblastos.
Entre o 2º e 3º dias após a lesão, os fibroblastos tornam-se abundantes, sua inibição ocorrerá quando eles se encontrarem no meio da lesão.
Necessidade do Tratamento Pré-Cirurgico:
A cirurgia plástica encurta, recoloca e redimensiona. Além disso, coloca o organismo sob stress cirúrgico. Se a pele estiver bem tratada e em boas condições, então nosso paciente terá um resultado superior de cicatrização, se comparada a uma pele sem condições.
A Drenagem Linfática Manual no Pré-Cirurgico
Como sabemos a DLM, ativa vários mecanismos biológicos do organismo, que nos darão algumas respostas:
- Resposta Vasomotora: As manobras da DLM aumentam a micro circulação e prepara os capilares linfáticos para uma demanda maior de líquido. Com esse aumento da capacidade da rede capilar (4 a 6 vezes), tanto venosa como capilar, obteremos uma desintoxicação dos músculos e da substância fundamental.
- Resposta Imunológica: Qualquer lesão tecidual desencadeia uma resposta imunológica. Quanto mais prontamente essa reação se fizer, melhor proteção será obtida. Com a DLM, podemos influenciar os linfonodos, estimulando suas funções. Nos centros germinativos dos linfonodos, há formação e especialização de células linfóides, além de um depósito de pequenos linfócitos. Quando os linfonodos "infartam", a DLM pode aliviar esse problema. Assim também obtemos esses resultados aplicando DLM no período que antecede a cirurgia, pois iremos estimular o sistema imunológico.
- Resposta Por Neo-formação Vascular: As células endoteliais dos capilares sangüíneos lesados aumentam de tamanho e começam uma intensa atividade mitólica já no 2º dia após a cirurgia. Por volta do 3º dia, novos canais permitem que o sangue transpasse a incisão, os capilares linfáticos sofrem uma reconstituição analógica.
A DLM estimula a mitose das células endoteliais, oferecendo condições favoráveis.
Papel da DLM no pós-cirúrgico
Na cirurgia plástica, grandes porções de tecidos são descoladas de seus locais de origem. Também depende da técnica utilizada, da idade do paciente e do resultado esperado.
Sempre são aplicados curativos compressivos que visam manter as partes descoladas em contato íntimo com sua nova posição evitando, assim, um extravasamento exagerado de plasma.
Nosso trabalho de drenagem linfática deve iniciar logo após o término da cirurgia, ou o quanto antes. Essa DLM deve ser feita em áreas próximas às áreas que foram descoladas. Assim poderemos facilitar o livre escoamento da linfa. A drenagem linfática alivia a sensação de pressão provada pelo edema, exercendo ainda uma ação calmante e relaxante.
Após 24 horas da cirurgia, podemos avançar com muito cuidado sobre as áreas descoladas. Nunca devemos deslocar a pele, mas antes devemos exercer pressões levíssimas que auxiliarão na penetração e absorção do líquido excedente nos capilares sangüíneos e linfáticos intactos das regiões próximas.
Não utilizar substâncias que provoquem aquecimento direto como fornos, substância epiremiantes, infravermelho, etc., principalmente em casos de drenagem no pós-operatório em geral, como lipoaspiração, lipoescultura ou em casos onde houve incisão.
MOVIMENTOS DE DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL (DLM)
Método FÖLDI
Método alemão de Drenagem Linfática Manual (DLM) desenvolvido pelo Dr. MICHEL FÖLDI, médico linfologista que, desde 1978, estuda os efeitos da DLM em tratamentos terapêuticos e estéticos.
Desde a sua criação pelo Dr. Vodder, em 1936, a DLM sofreu inúmeras modificações e alterações, visto que, atualmente, há maior variedade de patologias e cirurgias estéticas ou reparadoras, nas quais a DLM pode, visivelmente, contribuir na diminuição do tempo de recuperação do paciente.
O Dr. FÖLDI desenvolveu um método eficaz de DLM que atua drenando, tanto a linfa superficial como a linfa profunda, pois somente com um fluxo constante e correto da linfa teremos resultados realmente eficazes.
Qual a diferença do método FÖLDI para outros métodos?
Neste método trabalhamos a linfa de forma que o paciente obtém resultados rápidos e comprovados, podendo atuar em situações que os outros métodos não atuam.
Com o correto conhecimento e aplicação da técnica FÖLDI, pode-se intervir em quase todas as patologias que alteram o fluxo linfático ou arterio-venoso já conhecidos, inclusive tratando edemas pós-cirúrgicos de câncer, pacientes com P.A. elevada.
O Dr. FÖLDI utiliza desde manobras de drenagem manual até bandagens compressivas, havendo manobras próprias para lipoedema (celulite). Com todas estas aplicações, o método FÖLDI tem a vantagem de ser prático e fácil. Hoje, na Europa, é considerado o mais completo, sendo muito indicado em tratamentos pré e pós cirúrgicos, relaxamento corporal, tratamentos de patologias músculo-tendíneas, HLDG (celulite), entre outros muitos problemas.
Fonte: Pesquisas - Intercâmbio Informativo - JOELSON FACCHINI - Massoterapeuta
enviada por Isaias Pinto
09/01/2006 19:36


enviada por Isaias Pinto
12/02/2005 04:27


enviada por Isaias Pinto
08/01/2005 21:45



enviada por Isaias Pinto
18/12/2004 00:39
Toda "cura" é processada de "cima para baixo"...e de dentro para fora.
Todos os métodos utilizados pelos homens para obter a saúde perfeita, como terapias, medicamentos, ervas, e outros métodos utilizados são apenas auxiliares, para que o homem tenha uma trégua, isto é, um bem estar temporário para poder refletir que a saúde total e perfeita é processada quando se cura o ESPÍRITO.
Para conhecer um pouco sobre massagens clique nos links abaixo:
SHIATSU REFLEXOLOGIA DO-IN
SHIATSU (Tui Ah/ Tui Na)
E uma massagem de origem chinesa em que se pressionam os pontos os meridianos ou pontos específicos dos meridianos. Esse tipo de massagem foi desenvolvido por monges budistas chineses, que devido ao seu voto de pobreza, não possuíam meios para adquirir as caríssimas agulhas de pedra (pien) usadas na prática da acupuntura. Adaptaram-se, usando seus vastos conhecimentos dos meridianos e fazendo aplicações com seus próprios dedos. Mais tarde essa ciência passou a ter características próprias e recebeu o nome (na china) de Tui Ah ou Tui Na.
Essa mesma técnica foi introduzida no Japão com o nome de Shiatsu, que significa "pressão com os dedos".
As massagens obedecem a uma técnica diversificada em vários métodos ou sistemas, conhecidos dos profissionais dessa especialidade, chamada também de Kinesterapia. É amplamente usada pelos neurofisiologistas. É o Shiatsu dos japoneses.
Os melhores resultados das massagens são obtidos, naturalmente, quando é aplicada sobre os pontos de meridianos ou numa zona onde estão localizados vários pontos de meridianos diferentes.
As massagens praticadas no Oriente estão subordinadas aos conceitos vigentes, em acupuntura e assim obedecem estritamente às cinco leis ou regras principais.
As massagens são usadas principalmente para a cura de algias. Visam provocar a transferência da energia das zonas congestionadas para as zonas bloqueadas ou deficitárias e vice-versa.
Entretanto, é comum que essa ação de restabelecer o equilíbrio das forças produz resultados excelentes, proporcionando cura estável.
As massagens são feitas sobre os pontos cutâneos, no trajeto dos meridianos, e abrangem, freqüentemente, pontos sensíveis, fora dos meridianos.
Teoricamente (Soulié de Morant) as massagens devem ser feitas em face de um diagnóstico prévio, determinando se um meridiano está com excesso ou com insuficiência de Yang ou com excesso ou insuficiência de Yin.
Segundo estas indicações, a massagem pode ser feita em dispersão, em casos de excesso, ou em tonificação, em casos de deficiência. Para esse fim, os vasos maravilhosos são os mais indicados.
As massagens chinesas são muito elaboradas e de tipos muito variados. Em geral começam suavemente sobre os pontos de acupuntura ou sobre o trajeto dos meridianos, aumentando gradativamente a pressão até cerca de 20 passagens em cada local, exercidas com a polpa dos dedos e conservando rigorosamente o mesmo trajeto.
A massagem chinesa é tão sutil que chega a distinguir cerca de 10 formas de massagens para um adulto, tais como: massagem em linha; lateralmente; em plaina; em semi-círculo; nos músculos; pinçando a pele; em vibração; em pressão; em fricção; entre as palmas das mãos; em percursão feita com um ou mais dedos; com a palma da mão; com a borda da mão ou com o punho fechado.
O Dr. Chamfrault, de Angoulême, França, estudou com muita amplitude as massagens chinesas, especialmente reservadas às crianças, nas quais são feitas quase que somente nas mãos e com muita suavidade, sejam elas do tipo linear, punctiforme, com as unhas ou com instrumentos.
As massagens praticadas em crianças são muito mais eficientes, mostrando sempre resultado apreciável.
Quando são tocados os pontos adequados, particularmente os pontos situados nas extremidades superiores e inferiores, ajudam a conservar um estado de bem estar e conforto físico que chegam a surpreender.
O caso do uso do ponto E36 (Zusanli), situado nas proximidades da cabeça da tíbia, duas polegadas abaixo do bordo da rótula, lado externo da perna, que serve para quase tudo, dor em qualquer parte do corpo e qualquer mal-estar, chega a dar resultados incríveis.
Há até coisas curiosas, apenas de longe relacionadas com acupuntura, como, por exemplo, a massagem do dedo grande do pé esquerdo, raspando a parte plantar com a unha quando sobe, e com a polpa do dedo, quando desce, exatamente 20 vezes.
Pelo que sabíamos até bem pouco tempo, a história da medicina havia começado com os gregos antigos, considerando-se a Grécia como fonte original da arte médica e de toda ciência medicinal, principalmente Hipócrates, considerado o Pai da Medicina. Mas, a verdade é dinâmica, evolui. E agora sabemos que milênios antes que aparecesse o primeiro médico grego da História já existiam médicos e princípios da ciência médica.
A China sempre foi nossa conhecida pela "Grande Muralha da China", com seus 2.200 km, percorrendo vales e montanhas, com vinte e cinco mil torres de vigia.
Mas todos os povos da antiguidade procuravam, como ainda procuramos hoje, uma resposta para simples perguntas como: Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Qual o sentido de estar vivendo aqui?
Toda investigação científica, todo estudo sobre o comportamento humano, toda a medicina acumulada, não é suficiente para satisfazer o desejo dessa perguntas.
A filosofia sempre fez parte da História da Medicina Chinesa, onde fizeram e fazem parte dela: dinastias, sábios e sacerdotes, onde a característica principal sempre foi o respeito a tradição e a filosofia de vida, onde a paciência e o comportamento da natureza sempre foram observados.
Na China foram desenvolvidos as mais diversas terapias, visando o equilíbrio físico, mental e espiritual. A mais divulgada e conhecida para a maioria é a acupuntura, entretanto existem uma infinidade de métodos curativos importantes, e dentre esses métodos está o SHIATSU.
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REFLEXOLOGIA
FATOS SOBRE OS PÉS
Os pés têm uma história interessante. As pessoas muitas vezes vêem os próprios pés como uma parte estranha de sua anatomia, raramente atentando para a importância dessas extremidades. Os antropólogos, porém, consideram o pé como a característica física humana decisiva. Quando o primeiro antropóide ficou em posição ereta, há cerca de cinco milhões de anos, uma cadeia de eventos foi iniciada. Essas medidas adaptativas são consideradas altamente importantes na história da evolução.
O pés, originalmente projetados para carregar um quarto do peso do corpo cada um, tiveram de se adaptar a carregar a metade. A coluna vertebral, originalmente um arco entre as patas anteriores e posteriores, teve de se adaptar à posição ereta. Com essas modificações a circulação sangüínea também se alterou, bem como a mecânica da respiração, localização dos órgãos internos e a localização do ponto de onde observamos a vida. O grande artelho passou para o mesmo plano que os outros artelhos, e o calcanhar desceu para apoiar-se sobre o chão e suportar o peso do corpo de forma mais eficiente. Os arcos evoluíram para facilitar as nossas passadas. Os processos locomotivos transferiram-se para as extremidades inferiores, deixando o resto do corpo livre para realizar outras tarefas.
No passado, os pés eram tidos em alta conta. Leonardo da Vinci dizia que os pés eram "uma obra-prima de engenharia e uma construção artística". Ele não estava errado. Considerando o tamanho dos pés em relação ao peso que eles suportam.
O fascínio pelos pés remonta a um passado distante e referências aos pés aparecem na mitologia, na religião e na cultura. A referência mitológica mais conhecida é o Calcanhar-de-Aquiles. Segundo a história, ao mergulhar Aquiles nas águas para tomá-lo invulnerável, sua mãe segurou-o por um calcanhar. Essa pequena parte de sua anatomia que escapou da submersão acabou sendo a causa de sua morte. Ele morreu na guerra de Tróia quando uma flecha envenenada penetrou no calcanhar que ficara fora d'água. O termo "calcanhar-de-aquiles" hoje é usado para os referimentos a um ponto fraco.
O pé grego - um termo derivado da antiga mitologia - referia-se originalmente a deusas cujo segundo artelho era o mais longo, o que simboliza seus poderes masculinos. E as deusas virgens sempre eram representadas cobrindo seus pés para proteger sua castidade, pois os pés eram considerados partes extremamente íntimas. A exposição dos pés era entendida como o equivalente a uma proposta indecorosa.
Escritores e poetas eminentes - de Shakespeare e Tennyson a Oscar Wilde - louvaram os pés em suas obras. E os pés freqüentemente aparecem nas práticas tradicionais religiosas. A menção dos pés em metáforas é freqüente na Bíblia - como, por exemplo, Cristo lavando os pés de seus discípulos na última ceia. O costume asiático de beijar os pés era um gesto de submissão para com uma pessoa de "status" elevado, como um Papa ou um Santo. A retirada dos sapatos na entrada de locais sagrados é observada por budistas, hindus e muçulmanos. Esse costume também aparece na Bíblia - na passagem em que Deus diz a Moisés: "Retirai as sandálias de vossos pés, pois estais pisando em solo sagrado."
Nas culturas chinesas um pé de mulher era considerado o supremo símbolo sexual. Para fazer dos pés as partes mais atraentes da anatomia e moldá-los na forma desejada, os pés das mulheres eram atados. Isso impedia que os ossos se desenvolvessem da maneira habitual e tolhia o desenvolvimento dos pés. Essa prática desconfortável e cruel felizmente foi abandonada.
O pé é uma obra-prima de mecânica de precisão que perdeu parte de sua popularidade ao longo dos anos. Com o crescente interesse pelas práticas holísticas, porém, veio a percepção de que os pés desempenham um papel fundamental na saúde e no bem-estar.
AS ORIGENS DA REFLEXOLOGIA
As origens da reflexologia remontam à Antiguidade, quando as terapias de pressão eram reconhecidas como uma forma de medicina preventiva e terapêutica. Embora não se saiba ao certo quando e como isso começou, as evidências indicam que a massagem terapêutica nos pés tem sido praticada por diversas culturas ao longo da história.
HISTÓRIA ANTIGA
De acordo com uma teoria que goza de larga aceitação, a reflexologia nasceu na China há 5.000 anos. Muitos respeitados reflexologistas manifestaram sua crença nessa teoria, muito embora as evidências concretas sejam ambíguas. Todavia, as culturas egípcia e babilônia desenvolveram-se antes da chinesa, e o Egito contribuiu com uma valiosa evidência histórica.
O documento mais antigo que descreve a prática da reflexologia foi encontrado em escavações no Egito. Essa evidência, um pictograma produzido em torno de 2500 a 2330 a.C., foi descoberta na tumba de um médico egípcio, Ankmahor, em Saqqara. Segundo as evidências encontradas na tumba, Ankmahor era uma pessoa muito influente - suplantado apenas pelo rei.
No antigo Egito as civilizações e os conhecimentos mais avançados vinham do sul, onde a pele escura era apreciada. Uma explicação do pictograma foi proposta pelo egípcio Mohamed el Awany: ."As pessoas escuras, com cabelo encaracolado, à moda dos africanos, provêm do Egito superior, e são, obviamente, os terapeutas, os quais vieram do sul para tratar os habitantes do Egito inferior, que tinham pele clara e cabelos lisos. As posições dos pacientes são diferentes. O paciente da esquerda tem a mão direita sobre o joelho direito e a mão esquerda sob a axila direita. O outro paciente é o oposto. Há uma relação entre o tipo de problema que o paciente tem e o ponto onde o terapeuta toca, e isso determina os pontos de pressão que ele e o paciente usam. Nesse caso, o paciente está tocando o ponto reflexo sob o braço, onde a dor correspondente é sentida. "Segundo o Papyrus Institute, do Cairo, os hieróglios acima da cena dizem: "Não deixe isso doer", diz um dos pacientes. "Farei como você quiser", responde um assistente.
Uma outra teoria sustenta que uma forma de reflexoterapia foi transmitida aos índios da América do Norte. Embora, uma vez mais, nenhuma evidência específica apóie essa teoria, há muitas gerações os índios da América do norte vêm usando a pressão reflexa aplicada aos pés como uma forma de terapia curativa. Há séculos os índios cherokees, da Carolina do Norte, reconheceram a importância dos pés para a manutenção do equilíbrio físico, mental e espiritual. O Clã Urso, pertencente a essa tribo e que vive nos montes Allegheny, pode atestar isto.
Jenny Wallace, uma índia cherokee do Clã Urso, trabalha atualmente nos Estados Unidos com terapia dos pés. Na tribo ela é conhecida como a "virgem da Lua"- título concedido a uma mulher que, quando jovem, apresentava talentos naturais e intuitivos para a cura e, por isso, foi escolhida pela tribo para desenvolver ainda mais essas capacidades. Segundo ela: "Na minha tribo, trabalhar os pés é uma arte curativa muito importante e parte de uma cerimônia sagrada da qual você não precisa estar doente para participar. Os pés caminham sobre a terra e através deles o seu espírito é ligado ao universo. Os nossos pés são o nosso contato com a terra e através deles o seu espírito é ligado ao universo dela.
Esse conhecimento da reflexoterapia aplicada aos pés poderia ter sido perdido na névoas da antiguidade não fosse pelas pesquisas de médicos do final do século XIX e início do século XX. Pessoas curiosas com o conceito de reflexoterapia estimularam um ressurgimento do interesse pelo estudo dos reflexos. O estudo e o desenvolvimento da reflexoterapia pelos pioneiros europeus e empreendedores americanos estabeleceram os fundamentos da reflexologia, tal como a conhecemos hoje.
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O QUE É A REFLEXOLOGIA E COMO FUNCIONA?
A reflexologia é uma arte suave, uma ciência fascinante e uma forma extremamente eficaz de massagem terapêutica que conquistou um lugar de destaque no campo da medicina complementar. Ela é uma ciência porque se baseia no estudo fisiológico e neurológico, e é também uma arte porque muita coisa depende da habilidade com que o terapeuta aplica o seu conhecimento e da dinâmica que ocorre entre o clínico e o beneficiário.
É uma técnica curativa - o termo "holístico" é derivado da palavra grega holos, que significa inteiro" e, assim, procura tratar o indivíduo como uma entidade constituída de corpo, mente e espírito. Os reflexologistas não isolam uma doença para tratar os seus sintomas nem atuam especificamente sobre um órgão ou sistema; em vez disso, eles tratam a pessoa inteira com o objetivo de induzir um estado de equilíbrio e harmonia. A arte da massagem reflexa dos pés não deve ser confundida com a massagem básica dos pés ou com a massagem do corpo de maneira geral. Ela é uma técnica específica de pressão que atua em pontos reflexos precisos dos pés com base na premissa de que as áreas reflexas dos pés correspondem a todas as partes do corpo. Como os pés correspondem a todas as partes do corpo. Como os pés representam um microcosmo do corpo, todos os órgãos, glândulas e outras partes do corpo estão dispostos num arranjo similar ao dos pés.
O fenômeno da representação microcósmica de partes do corpo em diferentes áreas do organismo também se manifesta na íris do olho, na orelha e nas mãos. Todavia, as áreas correspondentes dos pés são mais fáceis de localizar porque cobrem uma área aplicada nas áreas reflexas com os dedos das mãos e usando técnicas específicas. Isso provoca mudanças fisiológicas no corpo na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. Dessa maneira, os pés podem desempenhar um papel importante para se conquistar e manter uma saúde melhor.
A simplicidade do tratamento reflexológico não corresponde à sua eficácia. não é necessário nenhum equipamento complicado ou tecnologicamente sofisticado. A técnica é tão simples que não requer anos de treinamento para ser dominada. Um bom terapeuta precisa de um par de mãos sensíveis porém vigorosas, de um genuíno desejo de aliviar a dor e o sofrimento, compaixão, intuição e uma compreensão da natureza humana. O relacionamento entre o beneficiário e o terapeuta é um importante aspecto do processo de cura. O terapeuta atua como um medidor para aliviar o potencial de cura do cliente.
A meta da reflexologia é promover o retorno da homeostase - um estado de equilíbrio. O passo mais importante para se conseguir isso é reduzir a tensão e induzir o relaxamento. Citando Kevin e Bárbara Kunz, em seu livro The Complete Guide to Foot Reflexology: "Se a reflexologia nunca conseguisse nada além do que combater o stress com relaxamento, ela estaria servindo muito bem aos seus propósitos.
O relaxamento é o primeiro passo da normalização. Quando o corpo está relaxado a cura é possível. A massagem profissional dos reflexos dos pés vai mostrar quais partes do corpo estão fora de equilíbrio e, portanto, não estão funcionando eficientemente. Pode-se, então, ministrar o tratamento apropriado para corrigir esses desequilíbrios e fazer o corpo retornar a um estado ótimo de saúde. Essa forma de terapia é útil no tratamento de doenças e eficaz para manter a saúde e prevenir o aparecimento de doenças. Com a massagem reflexa dos pés os problemas de saúde podem ser detectados precocemente e o tratamento ministrado para previnir o desenvolvimento de sintomas mais sérios.
Sendo uma terapia holística, a reflexologia tem por objetivo tratar o corpo como um todo e esforça-se por chegar à causa da doença e tratar a ela em vez dos sintomas. Para se obterem melhores resultados é necessário a participação dos clientes. O reflexologista não é o maior responsável pela saúde do cliente. Em todas as terapias holísticas é enfatizada a necessidade de o indivíduo assumir a responsabilidade pelo seu próprio estado de saúde. Na medicina ortodoxa a tendência é transferir a responsabilidade para o médico e esperar que ele cure todas as doenças. Isso é um tanto absurdo.
A doença é o resultado direto dos pensamentos e ações da pessoa. A mente é extraordinariamente poderosa e afeta todas as células do corpo. Isso provoca a ocorrência de mudanças químicas. Emoções negativas, como a ansiedade, o desgosto, o medo e a preocupação - largamente disseminados na sociedade moderna - vão causar repercussões negativas. "Por que envenenar o corpo com pensamentos venenosos?". As atitudes negativas nunca vão facilitar a cura, mas um atitude positiva é muito útil para se conquistar e manter um corpo e uma mente sadios.
Para o doente, é fundamental a disposição de se livrar da doença e adotar um papel ativo no tratamento. Ainda que o reflexologista seja compassivo, atencioso e dedicado ao bem-estar de seus clientes, nenhum terapeuta poderá tomar por outra pessoa a decisão de que ela vai ficar boa. O cliente precisa assumir essa responsabilidade. Um genuíno desejo de ter saúde e a disposição de livrar-se da doença é de vital importância em qualquer processo de cura. As pessoas que se aventuram no campo da medicina complementar devem entender que não existe cura instantânea - trata-se, isto sim, de um processo de cura. A maior parte das doenças precisaram de tempo para se manifestar e, assim, também é preciso tempo para vencê-las. A capacidade de resistência do corpo humano é de causar espanto. Geralmente é necessária uma enorme quantidade de abusos antes que se manifestem os sinais de doença, e o organismo vai responder extremamente bem se tratado de forma adequada.
O corpo humano é uma máquina magnífica. Milhares de partes trabalham juntas para manter o corpo funcionando em níveis ideais. Os efeitos negativos das emoções, das atitudes, da estafa, do modo de vida e da dieta podem fazer o corpo sair de sincronia, provocando disfunções. Se uma parte deixa de funcionar com eficiência, o todo sofre. É nesse momento que as dores leves e a fadiga generalizada - que freqüentemente são os percussores de problemas mais sérios - começam a se manifestar. A analogia com um carro comumente é usada para descrever o funcionamento do corpo. Se uma parte não está funcionando adequadamente, o carro todo sofre e tem de ir para uma oficina receber uma regulagem. Ou, então, você o troca por um novo. A reflexologia pode ser considerada o equivalente a uma regulagem - um ajuste do corpo. E como você não pode trocar o seu corpo por um novo, faz sentido tratar corretamente aquele que você tem.
O reflexologista não cura - somente o corpo é capaz de fazê-lo. Mas a reflexologia ajuda a equilibrar todos os sistemas corporais, estimulando uma área pouco ativa e acalmando uma área superativa. Ela é inofensiva para as áreas que estão funcionando adequadamente. Como todos os sistemas do corpo estão intimamente relacionados, qualquer coisa que afete uma parte vai acabar afetando o todo. Numerosos terapeutas, após diversos anos de estudo e prática, concluíram que a reflexologia atua em diversos níveis - fisiológico e espiritual.
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O QUE É DO-IN
O Do-In é uma técnica de tratamento baseada na massagem de alguns pontos bastante específicos do corpo humano.
Por "tratamento", entendemos a prevenção e a cura de doenças em geral, sendo indicado principalmente nos estágios iniciais, antes que tenham ocorrido lesões ósteo-musculares, casos em que o Do-In auxilia, mas raramente, contradizendo alguns autores, produz uma cura completa.
O Do-In não é, portanto, uma cura milagrosa a que apenas alguns iniciados têm acesso, de difícil compreensão e totalmente velada a nossos olhos. Muito contrariamente à crença popular ocidental, é uma técnica simples que visa sobretudo harmonizar as energias do corpo, evitando assim as doenças. Qualquer pessoa pode aprender-lhe o básico indispensável para problemas de seu dia-a-dia, sem que para isso precise passar anos a fio num recôndito e inatingível cume de montanha, ou numa úmida e fria caverna, o que, para nós, simples humanos, que precisamos trabalhar duramente, seria de todo impensável.
UM POUCO DE HISTÓRIA
Sendo o Do-In baseado na massagem, sua origem perde-se no início da humanidade, quando um de nossos ancestrais, após ter acidentalmente tropeçado numa pedra, levou inconscientemente a mão ao pé dolorido, sentindo um alívio sutil, mas imediato.
O Do-In, como um conjunto de técnicas compiladas com a finalidade de curar e prevenir doenças, com suas bases teóricas e toda sua didática, é atribuído a Lee Huang-Ti, o Imperador Amarelo.
Segundo lendas, Lee Huang-Ti é o pai da Acupuntura e o formulador de todas as bases da medicina chinesa. Estima-se que seu reinado ocorreu, há cerca de cinco mil anos, na China. Nesse período, no Oriente Próximo, surgiram as civilizações mesopotâmicas e egípcia, assim como, acredita-se, deve ter surgido a escrita.
Embora a origem das técnicas seja chinesa, o termo Do-In é de origem japonesa.
Segundo se sabe, em chinês, o provável nome do Do-In era Tao-In. Ainda que desejemos ser o mais possível fiéis à nomenclatura chinesa, utilizaremos Do-In, por ser mais conhecido entre nós.
O Do-In utiliza-se da terminologia e dos princípios comuns ao Shiatsu, Moxa-Bustão e demais terapêuticas derivadas, como ele, da Acupuntura. Por esse motivo, é conhecido também como massagem acupuntural.
enviada por Isaias Pinto
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